Helo guys!
Como estão vocês? Bem? Ganharam muitos presentes de Natal? Eu ganhei, cada um ótimo...
Agora, vem mais uma festa! Estão animados/as para o ano novo? É, está chegando 2011! Nossa, como passou rápido... Incrível, não é? Pois, eis aqui a minha última postagem do ano! Olha só isso!
Hoje, trago mais um dos meus escritos para a avaliação de vocês. Não é um poema, é um conto, um pequeno conto. Espero que gostem! Enjoy!
Pássaros
Era uma vez, em um tempo distante, um rei muito poderoso e ainda
assim, gentil. Todos de seu povo o respeitavam, não por sua autoridade,
mas por sua gentileza e afeto com cada um. Seu nome era Linus.
Sua esposa, a rainha Anita, assim como o marido, era bondosa e
gentil. Afetuosa com seus criados, ninguém naquele castelo poderia, ou
melhor, conseguiria ser triste.
Rei Linus adorava pássaros. Cuidava muito bem de seus canários,
todos em grandes gaiolas de ouro, com bastante espaço para voar e
brincar como desejassem. Também punha água e comida para os pássaros que
sobrevoavam os jardins do castelo. Adorava ouvir, por horas e horas, o
canto dos belos pássaros.
Como qualquer outro rei, Linus tinha filhos. Eram dois: Rone e Rick.
Rone, como era o mais velho, assumiria o trono do pai, assim que esse
deixasse este mundo. Já Rick, como mais novo, sabia que nunca seria rei
e por isso, não se importava com nada. Vivia pelas tabernas, bebendo e
conquistando belas mulheres.
Mas o tempo passou e Rick se casou. Elayne, uma bela jovem de um
reino vizinho, desposou o garanhão do reino. O casal teve uma linda
filha, Cristal.
Cristal cresceu próxima aos pais, carinhosos e gentis com ela. Rick
deixou sua vida de badernas para se dedicar à filha, tão linda que era,
com seu rostinho de boneca, seu corpo frágil e sua pele de porcelana.
Também crescera junto do avô, adorava seu castelo.
Durante sua vida, sempre tão feliz, Cristal descobriu seus dons:
tinha uma voz linda, melodiosa, que podia encantar o mais bravo dos
leões. Seus ouvidos, sempre tão apurados, gostavam de uma boa música.
Mas, como seu avô, Cristal gostava do canto dos pássaros. Para ela, não
havia outra canção mais linda do que o cantar dos canários de seu avô,
em coral com outros passarinhos, coloridos e felizes, que por ali batiam
suas asas.
Mas um belo dia, a decepção bateu à porta. Elayne, mãe da doce e
talentosa Cristal, descobriu que seu marido não havia deixado totalmente
as badernas. Ele tinha outras mulheres, até mesmo de reinos distantes.
Um fatídico dia, Rick abandonou a família, para fugir com uma delas.
O sorriso de Cristal se desfez, seus olhinhos derramaram lágrimas,
tão cristalinas como seu nome. Mas eram tristes, lágrimas de pura dor e
decepção que sentia por seu amado pai. E chorou mais ainda, quando
devido a essa triste notícia, seu avô querido, o rei daquele esplêndido
lugar, ficou doente.
Mas Elayne era forte e essa força se transferiu para a filha. Ambas,
depois de muito lamentarem, ergueram as cabeças e enfrentaram o mundo,
para nunca mais derramar uma gota de tristeza. Cuidaram do rei Linus até
o dia de sua morte.
Quando seu tio Rone foi coroado, Cristal estava feliz por ele. Mas
seu coraçãozinho estava triste, partido. Ela sentia falta de seu pai,
sentia falta de seu avô. Mas a vida era bela, ela não poderia se
esquecer disso. Enquanto caminhava pelos jardins do castelo, ela ouvia
uma canção, feliz e animadora, uma canção muito linda que a fazia se
sentir muito bem. Não era a canção dos trovadores que animavam a festa
de coroação dentro do castelo. Era uma canção muito mais bela: a canção
dos pássaros.
O que acharam? Bonito? Feio? Mal escrito? Bem escrito? Opinem nos comments, fará a blogger feliz!
Para escrever esse conto, me inspirei na história de uma amiga minha e claro, no som que eu mais amo: o canto dos pássaros. Não é lindo? Quando o sol está a pino, aquecendo tudo e todos, os pássaros cantam alegremente; quando o sol se põe, os pássaros voam de volta para seus ninhos, ainda se pode ouvir o lindo piar por aí; quando a noite chega, se pode ouvir um canto perdido de algum pássaro, geralmente é um canto triste, um lamento, assim como nos dias de chuva.
Sim, eu adoro passarinhos. Se não fossem eles, eu, talvez, não gostasse tanto de música.
Mas, deixemos minhas emisses para lá! Lembrem-se que vocês podem me mandar seus escritos também, por e-mail.
Até a próxima e um excelente ano novo para todos/as,
kissesssssss!
Blog da Carolina Herdy, para agradar a gregos e troianos, brasileiros e mussulmanos, japoneses e americanos!
Conheça a rádio WM Digital e ouça aos Sábados, 23 horas e durante a semana sem horário prévio, o programa Rock Castle! Acesse: www.radiowmdigital.com
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Alguns dos meus poemas para análise
Helo guys!
Caraaaaaaamba, quanto tempo eu não posto! Mas é que ando ocupada e agora, com essa droga de munidade baixa, qualquer resfriadinho eu pego, então nem preciso dizer que estou meio doente. Maaaaaas, vale a pena tirar um pouco das teias de aranha do blog, pois não?
Mas e vocês, vão bem? Espero que sim, porque preciso muito dos/as meus/as leitores/as para o post de hoje. Decidi mostrar, algumas coisinhas que eu escrevo. Lembrando que eu escrevo desde os 10 anos de idade, quando tentei escrever algo semelhante a uma novela mexicana... Mas enfim. Minha mãe que adoraria esse post, ela sempre quis saber o que eu escrevo.
Trago então para vocês, algumas poesias que eu escrevi. São de épocas diferentes, vocês notarão isso bem claramente até mesmo na forma da escrita, palavras utilizadas e tals. Meu intuito com esse post é, saber de a cordo com a opinião de vocês, se eu levo jeito ou não para a coisa. Sejam sinceros, please! So let's go!
Primeiramente, vamos conferir a minha primeira, ou uma das primeiras tentativas oficiais de uma poesia gótica. Se não me falha a memória, essa foi escrita em 2008. Enjoy:
Sofrimento
Dor, muita dor
por não amar, não ter o amor
Maldita amiga
tirou a vida
de meu amor
Sentimento eterno
coração singelo
esfaqueado
morto
dilacerado
Não amarei jamais
só buscarei a paz
não serei mais capaz
até novamente me ver
nos braços do amor
desta vez, sem dor
isso é, jamais.
Notem que ficou bastante irregular. Compreensível, eu estava no oitavo ano ou sétima série, não havia aprendido métrica ainda, porque nossa professora de Português nos atrasou na sexta série... Enfim. Me inspirei nos meus próprios sentimentos. Resumindo toda essa emisse aí em cima, eu não tinha um namorado e queria.
O próximo, escrevi ano passado mesmo, acho que logo no início do ano:
A Poetisa e O Pianista
Oh doce poeta
Que das palavras se faz canção
Seja feito objeto sagrado
Todo aquele que toca tua mão
Vê o piano à minha frente
Onde um copo se faz presente?
O veneno do teu interior
Tomo com todo meu amor
Beije meus lábios
E morras comigo
Pois da morte o castigo
Nos será aplicado
Nos amaremos no além
Num lugar onde ninguém
Irá de contra nosso amor
Esse também está bastante irregular, em relação à métrica. Está voltado ao amor, como vocês podem ver. Meio que escrevi em uma fase deprê da minha vida e ao mesmo tempo, muito boa. Eu estava namorando, adivinham quem? Um pianista! Duuuuuuuuh!
O próximo é mais recente. Escrevi há alguns meses atrás, ouvindo ou após ouvir uma música chamada Bitersweet da banda que eu simplesmente aaaaadooooooooroooooo, Within Temptation:
Doce Amargura
Olha quem vem visitar
Quem está batendo à porta
Bate como um coração
Tão ferido por paixão
Notou o semblante triste
E ficou triste também?
Mas por que tão triste assim?
Se estava tão feliz
Feliz junto de alguém?
Pois eu sei que esse alguém
Ouve agora as batidas
De um pobre coração
Do meu pobre coração
Olha agora para mim
E não fica triste assim
Pois toda minha tristeza
Se origina no sofrer
De quem já me fez sofrer
E olha agora nos meus olhos
Olhe agora nos meus olhos!
Você sabe que é você
Que tanto me fez sofrer
Me trocou por outro amor
Aumentando a minha dor
Por você tanto chorei
Por você, que tanto amei
Será que você me amou?
Será que em mim pensou?
Não vou mais me lamentar
Pois eu só vim lhe falar
que se um dia eu morrer
nem que seja por você,
por mim, não precisará
O teu pranto derramar
Só viva teu novo amor
E esqueça por favor,
Que um dia, eu te amei
E que por você chorei
Seja então muito feliz
Pois um dia, eu serei
Today I know: you are my bittersweet, but I still love you. And no
forever.
Acho que não pede explicações, mas... É uma desilusão amorosa. Depois que eu parei de bancar a sentimental, li isso e desatei a rir, claro. Mas, para quem não sabe Inglês, traduzindo a frase no final: Hoje eu sei: você é minha doce amargura, mas eu ainda amo você. E não existe para sempre.
O próximo é bem recente. Escrevi terça ou quarta-feira, após teclar com uma amiga no MSN sobre desilusões amorosas e coisas do tipo:
Meu Jeito Odioso de Amar
Cai a noite, meus olhos se perdem
No horizonte à minha frente
Um vento frio sopra meu rosto
Uma dor forte se faz presente
Que dor insuportável me invade
Minha alma se quebra em mil
Sinto um prazer dilacerante
Partir meu coração juvenil
Mergulho na minha quietude
Na minha escura solidão
Sinto o prazer de lamentar
Meu queimar nas brasas da paixão
Como amo a tua ausência
Amo a minha dor por não te ter
Amo a solidão que deixaste
Eu amo até te odiar
Mesmo que o faça sem querer
Sei que há quem diga que sou louca
Por sentir algo tão incomum
Por ter um amor mesclado ao ódio
Por não ter mais sentimento algum
Porém este é meu jeito louco
Ele pode te incomodar
Porém é meu jeito odioso
Jeito odioso de amar
Um pouco mais complexo que os anteriores, não acham? Expressa um sentimento um tanto quanto confuso. Imagine que você gosta de uma pessoa, não a tem e aprendeu a conviver com a sua falta de uma tal maneira, que agora até gosta de senti-la.
O último eu escrevi ontem, apesar de começar a idealizá-lo anteontem. Simplesmente li todos os meus poemas já escritos, não são só esses aí, claro. O que acontece é que, não gostei de nenhum! Então resolvi escrever um que não fosse voltado a sentimentos e adivinhem, não gostei também! Mas confiram vocês:
A Última Cruzada
O guerreiro se prepara
Para mais uma batalha
Sua espada em mãos reluz
Seu cavalo lhe conduz
Pelas ruas tão desertas
Onde o sangue de guerreiros
Brilhará sob uma luz
Vê o caminhar de nobres
O passar dos cavaleiros
Como ele, são guerreiros
Galopando em seus cavalos
Tão altivos, poderosos
Tão armados, perigosos
Sem sequer olhar aos pobres
Ouve ao longe o clamar
Das gargantas poderosas
E ao fundo, tilintar
De moedas preciosas
Nas mãos dos superiores
Enviados pelos céus
Para a terra desgraçar
Nota povos devastados
Esperanças já ao fim
Lágrimas de dor e morte
O som do silêncio forte
Ouve o clamor de crentes
Crêem nos anjos caídos
Apostando sua sorte
Ouve espadas se atracando
E a guerra começou
Vê corpos no chão tombando
Mesmo chão, sangue lavando
Há gritos de pura dor
Clamando por seu senhor
Ou jurando vosso amor
Vê um brilho ofuscar
Os seus olhos já cansados
Sem sequer manifestar
Já pronto pra atacar
Fere o seu ofensor
Mas sente no peito a dor
E a morte, vê chegar
Sete dias, sete versos
Sete vidas do guerreiro
Tão perdidas na batalha
Que nunca terminará
E ninguém nos salvará
Não salvou aquele homem
Sua última cruzada
Acho que peguei um pouco pesado na forma de separar sílabas em um poema, mas tudo bem. De qualquer forma, espero que meu professor de História leia esse post, porque mereço um ponto extra! Sabem por quê? Nesse poema, mostrei um guerreiro, mais precisamente, um cruzado. Vocês lembram das cruzadas? Pois é!
Talvez vocês se prrguntem, porque eu sou tão depressiva e sentimental para escrever meus poemas. Vocês irão obter a resposta para essa pergunta clicando aqui. O que acontece é que, graças à minha amiga, comecei a me interessar por esse tipo de arte em 2008, mais precisamente, esse site aí que, se querem saber, está na págind de links que recomendo.
Bem pessoas, por hoje é só. Comentem sinceramente, o que acharam dos meus escritos ok?
Até a próxima,
kissessssssssssssss!
Caraaaaaaamba, quanto tempo eu não posto! Mas é que ando ocupada e agora, com essa droga de munidade baixa, qualquer resfriadinho eu pego, então nem preciso dizer que estou meio doente. Maaaaaas, vale a pena tirar um pouco das teias de aranha do blog, pois não?
Mas e vocês, vão bem? Espero que sim, porque preciso muito dos/as meus/as leitores/as para o post de hoje. Decidi mostrar, algumas coisinhas que eu escrevo. Lembrando que eu escrevo desde os 10 anos de idade, quando tentei escrever algo semelhante a uma novela mexicana... Mas enfim. Minha mãe que adoraria esse post, ela sempre quis saber o que eu escrevo.
Trago então para vocês, algumas poesias que eu escrevi. São de épocas diferentes, vocês notarão isso bem claramente até mesmo na forma da escrita, palavras utilizadas e tals. Meu intuito com esse post é, saber de a cordo com a opinião de vocês, se eu levo jeito ou não para a coisa. Sejam sinceros, please! So let's go!
Primeiramente, vamos conferir a minha primeira, ou uma das primeiras tentativas oficiais de uma poesia gótica. Se não me falha a memória, essa foi escrita em 2008. Enjoy:
Sofrimento
Dor, muita dor
por não amar, não ter o amor
Maldita amiga
tirou a vida
de meu amor
Sentimento eterno
coração singelo
esfaqueado
morto
dilacerado
Não amarei jamais
só buscarei a paz
não serei mais capaz
até novamente me ver
nos braços do amor
desta vez, sem dor
isso é, jamais.
Notem que ficou bastante irregular. Compreensível, eu estava no oitavo ano ou sétima série, não havia aprendido métrica ainda, porque nossa professora de Português nos atrasou na sexta série... Enfim. Me inspirei nos meus próprios sentimentos. Resumindo toda essa emisse aí em cima, eu não tinha um namorado e queria.
O próximo, escrevi ano passado mesmo, acho que logo no início do ano:
A Poetisa e O Pianista
Oh doce poeta
Que das palavras se faz canção
Seja feito objeto sagrado
Todo aquele que toca tua mão
Vê o piano à minha frente
Onde um copo se faz presente?
O veneno do teu interior
Tomo com todo meu amor
Beije meus lábios
E morras comigo
Pois da morte o castigo
Nos será aplicado
Nos amaremos no além
Num lugar onde ninguém
Irá de contra nosso amor
Esse também está bastante irregular, em relação à métrica. Está voltado ao amor, como vocês podem ver. Meio que escrevi em uma fase deprê da minha vida e ao mesmo tempo, muito boa. Eu estava namorando, adivinham quem? Um pianista! Duuuuuuuuh!
O próximo é mais recente. Escrevi há alguns meses atrás, ouvindo ou após ouvir uma música chamada Bitersweet da banda que eu simplesmente aaaaadooooooooroooooo, Within Temptation:
Doce Amargura
Olha quem vem visitar
Quem está batendo à porta
Bate como um coração
Tão ferido por paixão
Notou o semblante triste
E ficou triste também?
Mas por que tão triste assim?
Se estava tão feliz
Feliz junto de alguém?
Pois eu sei que esse alguém
Ouve agora as batidas
De um pobre coração
Do meu pobre coração
Olha agora para mim
E não fica triste assim
Pois toda minha tristeza
Se origina no sofrer
De quem já me fez sofrer
E olha agora nos meus olhos
Olhe agora nos meus olhos!
Você sabe que é você
Que tanto me fez sofrer
Me trocou por outro amor
Aumentando a minha dor
Por você tanto chorei
Por você, que tanto amei
Será que você me amou?
Será que em mim pensou?
Não vou mais me lamentar
Pois eu só vim lhe falar
que se um dia eu morrer
nem que seja por você,
por mim, não precisará
O teu pranto derramar
Só viva teu novo amor
E esqueça por favor,
Que um dia, eu te amei
E que por você chorei
Seja então muito feliz
Pois um dia, eu serei
Today I know: you are my bittersweet, but I still love you. And no
forever.
Acho que não pede explicações, mas... É uma desilusão amorosa. Depois que eu parei de bancar a sentimental, li isso e desatei a rir, claro. Mas, para quem não sabe Inglês, traduzindo a frase no final: Hoje eu sei: você é minha doce amargura, mas eu ainda amo você. E não existe para sempre.
O próximo é bem recente. Escrevi terça ou quarta-feira, após teclar com uma amiga no MSN sobre desilusões amorosas e coisas do tipo:
Meu Jeito Odioso de Amar
Cai a noite, meus olhos se perdem
No horizonte à minha frente
Um vento frio sopra meu rosto
Uma dor forte se faz presente
Que dor insuportável me invade
Minha alma se quebra em mil
Sinto um prazer dilacerante
Partir meu coração juvenil
Mergulho na minha quietude
Na minha escura solidão
Sinto o prazer de lamentar
Meu queimar nas brasas da paixão
Como amo a tua ausência
Amo a minha dor por não te ter
Amo a solidão que deixaste
Eu amo até te odiar
Mesmo que o faça sem querer
Sei que há quem diga que sou louca
Por sentir algo tão incomum
Por ter um amor mesclado ao ódio
Por não ter mais sentimento algum
Porém este é meu jeito louco
Ele pode te incomodar
Porém é meu jeito odioso
Jeito odioso de amar
Um pouco mais complexo que os anteriores, não acham? Expressa um sentimento um tanto quanto confuso. Imagine que você gosta de uma pessoa, não a tem e aprendeu a conviver com a sua falta de uma tal maneira, que agora até gosta de senti-la.
O último eu escrevi ontem, apesar de começar a idealizá-lo anteontem. Simplesmente li todos os meus poemas já escritos, não são só esses aí, claro. O que acontece é que, não gostei de nenhum! Então resolvi escrever um que não fosse voltado a sentimentos e adivinhem, não gostei também! Mas confiram vocês:
A Última Cruzada
O guerreiro se prepara
Para mais uma batalha
Sua espada em mãos reluz
Seu cavalo lhe conduz
Pelas ruas tão desertas
Onde o sangue de guerreiros
Brilhará sob uma luz
Vê o caminhar de nobres
O passar dos cavaleiros
Como ele, são guerreiros
Galopando em seus cavalos
Tão altivos, poderosos
Tão armados, perigosos
Sem sequer olhar aos pobres
Ouve ao longe o clamar
Das gargantas poderosas
E ao fundo, tilintar
De moedas preciosas
Nas mãos dos superiores
Enviados pelos céus
Para a terra desgraçar
Nota povos devastados
Esperanças já ao fim
Lágrimas de dor e morte
O som do silêncio forte
Ouve o clamor de crentes
Crêem nos anjos caídos
Apostando sua sorte
Ouve espadas se atracando
E a guerra começou
Vê corpos no chão tombando
Mesmo chão, sangue lavando
Há gritos de pura dor
Clamando por seu senhor
Ou jurando vosso amor
Vê um brilho ofuscar
Os seus olhos já cansados
Sem sequer manifestar
Já pronto pra atacar
Fere o seu ofensor
Mas sente no peito a dor
E a morte, vê chegar
Sete dias, sete versos
Sete vidas do guerreiro
Tão perdidas na batalha
Que nunca terminará
E ninguém nos salvará
Não salvou aquele homem
Sua última cruzada
Acho que peguei um pouco pesado na forma de separar sílabas em um poema, mas tudo bem. De qualquer forma, espero que meu professor de História leia esse post, porque mereço um ponto extra! Sabem por quê? Nesse poema, mostrei um guerreiro, mais precisamente, um cruzado. Vocês lembram das cruzadas? Pois é!
Talvez vocês se prrguntem, porque eu sou tão depressiva e sentimental para escrever meus poemas. Vocês irão obter a resposta para essa pergunta clicando aqui. O que acontece é que, graças à minha amiga, comecei a me interessar por esse tipo de arte em 2008, mais precisamente, esse site aí que, se querem saber, está na págind de links que recomendo.
Bem pessoas, por hoje é só. Comentem sinceramente, o que acharam dos meus escritos ok?
Até a próxima,
kissessssssssssssss!
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